segunda-feira, 21 de junho de 2010

Na terra...

... do nunca!

Foi lá que hoje estive durante um tempo, menos eterno do que queria.
Hoje fui assistir a uma aula aberta do Ballet da pequenina... e a Susana e o Rui.
E foi vê-la sonhar... sou um soldadinho, sou um saltitão, sou uma bailarina, sou um... robot!
Sou eu, mãe, pai, Susana... sou eu... sou eu! E como és, minha princesa!
Os meus olhos enevoaram-se, ficaram cobertos de lágrimas que contive... porque sim, porque só assim podia ser, porque não há no mundo inteiro uma bailarina como a minha, que me apaixona a cada momento, com cada gesto, com cada olhar e sorriso, mesmo que muito escondido, mesmo que muito mostrado...
Nesta terra do nunca alguém espalhou uns pozinhos...
O meu orgulho não coube em nada, em espaço algum, em tempo algum, em imensidão alguma... coube-me na alma, no coração... porque sem tamanho!
A esta terra do nunca volto muitas vezes... menos do que as queria... mais do que as que são permitidas aos grandes!

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