... do nunca!
Foi lá que hoje estive durante um tempo, menos eterno do que queria.
Hoje fui assistir a uma aula aberta do Ballet da pequenina... e a Susana e o Rui.
E foi vê-la sonhar... sou um soldadinho, sou um saltitão, sou uma bailarina, sou um... robot!
Sou eu, mãe, pai, Susana... sou eu... sou eu! E como és, minha princesa!
Os meus olhos enevoaram-se, ficaram cobertos de lágrimas que contive... porque sim, porque só assim podia ser, porque não há no mundo inteiro uma bailarina como a minha, que me apaixona a cada momento, com cada gesto, com cada olhar e sorriso, mesmo que muito escondido, mesmo que muito mostrado...
Nesta terra do nunca alguém espalhou uns pozinhos...
O meu orgulho não coube em nada, em espaço algum, em tempo algum, em imensidão alguma... coube-me na alma, no coração... porque sem tamanho!
A esta terra do nunca volto muitas vezes... menos do que as queria... mais do que as que são permitidas aos grandes!
Foi lá que hoje estive durante um tempo, menos eterno do que queria.
Hoje fui assistir a uma aula aberta do Ballet da pequenina... e a Susana e o Rui.
E foi vê-la sonhar... sou um soldadinho, sou um saltitão, sou uma bailarina, sou um... robot!
Sou eu, mãe, pai, Susana... sou eu... sou eu! E como és, minha princesa!
Os meus olhos enevoaram-se, ficaram cobertos de lágrimas que contive... porque sim, porque só assim podia ser, porque não há no mundo inteiro uma bailarina como a minha, que me apaixona a cada momento, com cada gesto, com cada olhar e sorriso, mesmo que muito escondido, mesmo que muito mostrado...
Nesta terra do nunca alguém espalhou uns pozinhos...
O meu orgulho não coube em nada, em espaço algum, em tempo algum, em imensidão alguma... coube-me na alma, no coração... porque sem tamanho!
A esta terra do nunca volto muitas vezes... menos do que as queria... mais do que as que são permitidas aos grandes!
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