quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pequenina!!

"As pessoas crescidas nunca conseguem perceber nada sozinhas e é muito cansativo, para as crianças, estar sempre a dar-lhes explicações".
... do meu livro preferido que lhes estou a ler!


:)
 

Pequenina!!!

quarta-feira, 6 de março de 2013

A música: Aldeia da roupa branca!


 Eu aprendi a música da Aldeia  da roupa branca 
 Eu vou cantá-la...


Água  fria da ribeira
água fria que o sol aqueceu
ver  a aldeia traz  à ideia roupa branca qua gente estendeu
ts corpetes um avental 
sete fronhas um lençol
três camisas do enxoval qua freguesa deu ao rol



E está. Gostaram?  :)
         

sábado, 2 de março de 2013

"Tu não sabes como ela é?"


Um dia destes, despi-me, vesti-me e esparrapatei-me em cima da cama. E lá vieram as piolhas!

Pipocas, hoje eu não faço o jantar. Têm de ser vocês.
"O QUÊ?? Mas nós temos fome e não sabemos fazer o jantar!"
Olhem, vão-se queixar...
"Oh, eu sei fazer um lanche ajantarado!" atirou a pequenina.
MARIA, MARIA! Faz lá o jantar que eu hoje não me apetece (nenhuma resposta).
Oh Elvira, faz lá tu! (sem resposta)
"Oh mãe, que é que estás para ai a dizer?" lançou a pequenita.
"Tu não sabes como ela é? A mãe é maluca, já sabes!"
Ok, não vem a Maria nem a Elvira... ARNALDO, faz lá tu o jantar! (o mesmo)
"Oh mãe" (em uníssuno) "És mesmo tola!"

E lá pegaram elas no telemóvel e ligaram para a avó Fatinha a queixarem-se.
Queixinhas, queixinhas!!

Solução: não sei se a conselho da avó Fatinha, mas lambuzaram-me de beijos, fizeram-me contorcer e gargalhar com cócegas (e de nada adiantou esconder-me debaixo da manta). Rendi-me depois de saltarem em cima de mim... e lá saiu um jantar! :)
          

Conversas que...

se ouvem lá por casa.

"Mamã, já que tens braços de macaco, tira-me aqui uma coisa que eu não chego". (a pequenita)

"Mãe, quando é que tu soubeste o que querias ser? Tenho de decidir agora o que quero ser? Por ex. agora eu quero ser veterinária, jogadora de Futebol e dar aulas como tu. Ui, mas se eu for veterinária não vou mexer no rabo das vacas... que nojo! Nem tirar os bébés das vacas, nem fazer outras coisas nojentas. Nem pensar!!"  Hi, hi, hi... (melhor mudar de ideias). :)

"Mãe, quando estava na tua barriga, comia o mesmo que tu, não era?"
"Isso quer dizer que tu comias coisas saudáveis, não é?"
"Mas espera lá... como é que eu comia?"
"Que nojo, eu comia comida já mastigada por ti!!" eh, eh, eh... literalmente, miúda!!

sábado, 8 de outubro de 2011

Estrelitas...

a boiar no leite dentro de uma taça!
Estive a comer estrelitas no chão do meu canto preferido da cozinha.
E enquanto comia lembrei-me duma confidência da minha princesa ervilha, a futeboleira equestre, que me fez sorrir e sorrir... e sorrir!
Ontem, ou melhor, anteontem, atira a pequenina: "mãe, arranjei um namorado do 4º ano!". Ok, don't panic...
Do 4º ano? A sério?
"Sim, do 4º ano".
Ok, outra vez, não há dúvidas... :) Então como é que ele se chama?
"Não sei".
Então não sabes o nome dele? Isso é um bocado estranho, não é?
"É que ele perguntou-me o nome mas eu não lhe perguntei o nome dele..."
Resposta simples, directa, óbvia e eficaz... que posso eu mais querer?
"Sabes, ele é meu namorado porque uma vez os rapazes estavam a jogar um jogo, o da aranha, e ele perguntou se eu não queria também jogar, já que estava a ver tão interessada, e eu disse que sim".
Ah, uma razão como outra qualquer...
"E depois ele perguntou-me se eu não queria ser a namorada dele, e eu disse que sim!"
E ele é fixe?
"é, é... parece ser muito fixe. É assim um bocadinho como o Pimentinha, mas muito maior". :):):)
"Sabes, mãe, às vezes eu ando à procura dele e ele encontra-me... outras vezes combinamos encontrarmo-nos em algum sítio!"
"Ah, ele é do Benfica!" Confesso que esta foi a primeira coisa que ela me disse acerca do rapaz...
O 1º ano ainda agora começou... medo, medo ;).

sábado, 10 de setembro de 2011

Há coisas que guardo...

e perdem-se algures dentro de mim!
Sentei-me aqui para fazer outra coisa, mas se calhar vou adiar e escrever o que me tem
Dei por mim a pensar em incertezas e em certezas. Não há assim tantas certezas que eu tenha (só algumas). Descobri que gosto de incertezas, pelo menos de algumas, daquelas que enquanto o são me fazem sentir a flutuar, me deixam nervosa e até ansiosa, me fazem respirar mais depressa, me deixam...
Também gosto de certezas e sei que sou uma pessoa de algumas. Certezas que tenho em mim, que nunca irão fugir para lado nenhum ou qualquer lado...
Há incertezas boas que se vão transformando em certezas ou noutra coisa qualquer
Há incertezas que se vão transformando em certezas...só.
Confesso que gosto de algumas incertezas...
E
"Há incerteza deliciosa"